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Tempestade solar pode provocar auroras em regiões mais distantes dos polos neste fim de semana

Tempestade solar pode provocar auroras em regiões mais distantes dos polos neste fim de semana

Três nuvens de partículas lançadas pelo Sol devem atingir a Terra a partir de sexta-feira (9), segundo alertas meteorológicos

por Eduardo Silva em

Foto: NASA/GSFC/SDO

Uma sequência de erupções solares deve provocar uma tempestade geomagnética moderada na Terra a partir desta sexta-feira (9). Pelo menos três grandes nuvens de partículas foram lançadas em direção ao planeta após explosões registradas na superfície do Sol. O fenômeno pode ampliar a área de ocorrência das auroras boreais e austrais nos próximos dias.

Os primeiros efeitos sobre o campo magnético terrestre são esperados na sexta, conforme alertas da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e do Met Office, serviço meteorológico do Reino Unido. A origem das explosões é a região ativa do Sol identificada como AR4549, considerada instável.

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A previsão é de que as três estruturas cheguem à Terra em momentos diferentes. A primeira e mais intensa deve alcançar o planeta na sexta-feira, quando também é esperado o período de maior instabilidade magnética. As outras duas nuvens devem passar pelo campo magnético terrestre entre sábado (10) e domingo (11), com impactos mais indiretos.

Caso a tempestade alcance a classificação G2, considerada moderada em uma escala que vai de G1 a G5, as auroras poderão ser observadas em áreas mais afastadas dos polos. No Hemisfério Norte, o fenômeno pode aparecer em partes do norte dos Estados Unidos, além da Escócia e do norte do Reino Unido. No Hemisfério Sul, as regiões mais favoráveis ficam no sul da Nova Zelândia e na Tasmânia.

Apesar da intensidade prevista, o fenômeno não representa risco significativo para a população em geral. Tempestades G2 podem provocar pequenas oscilações temporárias em redes elétricas de áreas de alta latitude e interferências pontuais em transmissões de rádio de longa distância. No Brasil, a expectativa é de que as auroras não sejam visíveis devido à posição do país em relação às regiões atingidas.

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Tags:

auroras boreais
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tempestade solar

Por: ohoje.com