Saída do chefe de equipe e CEO em 2025 foi custosa tanto para a escuderia de F1 quanto para as divisões de tecnologia de automobilismo da marca
Christian Horner deixou a Red Bull em julho de 2025, 20 anos depois de seu ingresso. Agora, o balanço público dos ganhos da marca de bebidas energéticas revelou que a rescisão do executivo britânico custou caro para a equipe de Fórmula 1 e também para as divisões de tecnologia automobilísticas.
O editor recomenda:Red Bull, Antonelli e Aston Martin: No que ficar de olho no GP de Singapura de F1GP de São Paulo de F1: ViaMobilidade inicia venda de passagens de trens expressos; veja preçosGP de Singapura de F1: Confira horários e como assistir, com sprint e Bortoleto na pista
O balanço comercial publicado na Companies House (o equivalente britânico da Junta Comercial no Brasil) revelou que a demissão de Horner custou para a Red Bull 100,482 milhões de libras esterlinas, ou cerca de R$ 662 milhões.
Tal valor é dividido entre duas empresas: a Red Bull Racing, responsável pela equipe de F1, e a Red Bull Technologies, divisão de tecnologia da marca de bebidas energéticas no automobilismo.
A RBT é a que vai pagar o maior valor para Horner: 66,988 milhões de libras esterlinas (ou cerca de R$ 441,7 milhões) para a rescisão e mais 10,561 milhões (ou R$ 69,6 milhões) do salário anual do britânico.
Já a equipe de F1 pagará 33,494 milhões de libras esterlinas (ou cerca de R$ 220,8 milhões) para Horner, com o adicional de mais 5,129 milhões de libras (ou cerca de R$ 33,8 milhões) em relação ao salário anual.
Max REVIVE, F1 não é à PROVA D’ÁGUA, Kimi QUASE LÁ, 2ª força INDECIFRÁVEL, Hamilton, BORTOLETO e cia
Ouça a versão em áudio do PODCAST Motorsport.com:
Your browser does not support the audio element.
ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:
SpotifyDeezer Amazon MusicApple Podcasts
Faça parte do nosso canal no WhatsApp: clique aqui e se junte a nós no aplicativo!
Por: Motorsport.uol