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F1 – Alonso critica motor Honda: “Algo não está funcionando como deveria”

“Temos de resolver problemas de dirigibilidade e o delay do turbo. Há algumas questões que nos fazem perder muito em tempo por volta”, afirmou; saiba mais

Bicampeão mundial da Fórmula 1, o piloto espanhol Fernando Alonso, da Aston Martin, terminou o GP de Singapura de 2026 na 16ª posição, neste domingo, no circuito de rua de Marina Bay.

Alonso afirmou que ele e a equipe entraram no fim de semana com a expectativa de obter um resultado melhor, mas que especialmente o comportamento da unidade de potência complicou as coisas.

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“Acho que há algo na unidade de potência que não está funcionando como deveria. Precisamos compreender a razão disso, porque temos algumas corridas difíceis pela frente. Temos de resolver problemas de dirigibilidade e o delay do turbo. Há algumas questões que nos fazem perder muito em tempo por volta e descobrimo-las da forma mais difícil este fim de semana”, disse Fernando.

“No fim de semana passado em Sepang não tivemos qualquer problema. Em Baku também não tivemos problema algum, apesar de a pista ser bastante sinuosa e lenta, especialmente nos dois primeiros setores. Este novo problema parece ser específico desta pista”, seguiu o bicampeão mundial.

“No turbo, acho que os problemas foram um menores, mas houve muitos problemas na distribuição de energia. Especialmente depois do Virtual Safety Car [decorrente do abandono do companheiro de Alonso, o canadense Lance Stroll], a unidade de potência estava distribuindo energia em pontos onde não precisava, e nas retas não havia distribuição de energia”, prosseguiu Alonso.

“Acho que o nosso primeiro stint, especialmente com pneus macios, foi muito forte. Mas, quando ficávamos atrás do Checo (Sergio Pérez, mexicano da Cadillac-Ferrari) ou de outro carro, perdíamos 200-300 metros em cada reta”, acrescentou o espanhol sobre o GP.

Questionado também sobre os comentários de Lewis Hamilton, britânico da Ferrari, e Max Verstappen, holandês da Red Bull de que deveriam ser feitas alterações na pista, Alonso afirmou que não seria fácil aumentar as ultrapassagens: “Nos circuitos de rua, a qualificação geralmente determina 90% da corrida. Tem sido assim desde que me lembro F1.”

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Por: Motorsport.uol